4 de fev. de 2013

OBSTÁCULOS DA VIDA...



VENTOS DE DEUS...


Dizem que uma das primeiras regras que um piloto aprende é pôr o avião de encontro ao vento e voar contra ele. O vento o eleva a maiores alturas. Onde foi que aprenderam isto? Foi com as aves. Se um pássaro está voando por prazer, ele vai ao sabor do vento, mas se enfrenta um perigo, faz meia volta e voa contra o vento, a fim de ir mais para cima: e sobe cada vez mais alto.
Os sofrimentos são os ventos de Deus, ventos contrários, às vezes ventos fortes. São furacões de Deus, mas tomam a nossa vida e a elevam a alturas maiores e em direção aos céus de Deus.
Todos nós já observamos no verão dias em que a atmosfera está tão opressiva que é até difícil respirar. Mas depois aparece uma nuvem no horizonte, ao ocidente, e ela cresce, e se derrama em rica benção sobre a terra. É o relâmpago que corta os ares, é o trovão que ressoa, é a pesada chuva que cai. A atmosfera fica leve, e há uma vida nova no ar; tudo mudou.
Exatamente esse mesmo princípio é o que opera na vida humana. Quando a tempestade cai, a atmosfera do coração se transforma, é purificada e recebe vida nova; uma parte do céu é trazida à terra.
Os obstáculos deveriam fazer-nos cantar. O vento canta, não quando está atravessando a amplidão dos mares, mas quando encontra o obstáculo dos braços das árvores ou quando é quebrado pelas finas cordas de uma harpa eólica. Então ele canta, com poder e beleza. Libertemos nossa alma para cruzar os obstáculos da vida, as sombrias florestas da dor, ou até mesmo os pequenos embaraços e aborrecimentos que o próprio amor oferece, e ela também cantará.

Eu te farei cavalgar sobre as alturas das terra. Is 58.14

31 de jan. de 2013

VIAGEM...





Centro da cidade de Firenze


Fiquei distante deste meu Cantinho...
Estava viajando para a Itália, fui conhecer minha neta Eleonora.
Linda, doce, sorridente, amorosa... uma criança de 4 meses cheia de carinho...
Apaixonei por ela, meu coração chorou de alegria ao vê-la pela primeira vez e chorou muito na despedida.
Muitas coisas aconteceram nesta viagem, Deus esteve presente e fez maravilhas.
Retornei para casa feliz por passar momentos de muita intensidade...
Vivi grandes emoções... emoções inesquecíveis.
Aprendi muitas coisas, descobri que nossa vida é como um calendário escolar, todos os dias aprendemos uma lição nova.

Hoje está nublado, garoa fina e um desejo grande de ficar em casa.
Mas, o trabalho me espera...
Deixo uma pequena mensagem de carinho a todos que apreciam tudo o que escrevo.


"As flores são uma das mais belas e delicadas formas de expressão do grande artista da natureza. Parece mesmo que o Criador as projetou e as colocou no mundo para nos falar da grandeza do seu amor por nós, e também como lições silenciosas a nos mostrar como florescer e frutificar, apesar de todos os obstáculos da caminhada.”
Beijos...

30 de jan. de 2013

ORVALHO...





O orvalho é uma fonte de refrigério.


É a provisão da natureza para a renovação da face da terra.  Ele cai de noite, e sem ele a vegetação morreria. É esse o grande valor do orvalho que é tantas vezes falada na Palavra de Deus.
Ele é usado como símbolo de refrigério espiritual. Como a natureza é banhada pelo orvalho, assim o Senhor também renova o Seu povo. Quando sentir seu espírito desfalecido, é porque está faltando o frescor e a vitalidade que é encontrado somente no orvalho. Necessitamos da “renovação do Espírito Santo”.
Descobrimos essa falta quando estamos desgastados e exaustos espiritualmente. A quietude e a absorção são as atitudes propicias para recebermos o orvalho.
À noite, quando a vegetação repousa, os poros das plantas estão abertos para receber o banho refrescante e revigorador; assim, na quietude aos pés do Senhor, vem-nos o orvalho espiritual. Coloquemo-nos quietos diante dEle. A pressa impede que recebamos o orvalho. Esperemos diante de Deus, até estarmos impregnados da Sua presença.
O orvalho não cai enquanto há calor ou vento. A temperatura precisa baixar e o vento cessar, e o ar precisa estar fresco e calmo – de uma completa quietude, por assim dizer – para que possa produzir suas invisíveis  partículas de umidade para orvalhar a erva e a flor. Assim também, a graça de Deus não pode trazer refrigério ao homem, enquanto ele não estiver naquele necessário ponto quieto.
Mananciais no Deserto – Lettie Cowmann
“Serei para o meu povo como orvalho.” Os 14.5

Beijos...

2 de dez. de 2012

TEMPESTADE...



Mas depois...

Conta uma lenda que um barão mandou estender uns fios, de torre a torre do seu castelo, a fim de que os ventos fizessem deles uma harpa eólica. Mansas brisas volteavam e volteavam o castelo, mas nenhum som musical se ouvia.

Certa noite, porém, veio um grande temporal e o monte e o castelo foram vesgastados pela fúria dos ventos. O barão foi espiar da janela o terror da tempestade, e percebeu que a harpa eólica estava enchendo o ar com notas que ressoavam ainda mais alto que o clamor do temporal. Foi necessário uma tempestade para produzir a música.

E não temos nós conhecido vidas que nunca ofereceram música no dia da prosperidade mas que, açoitadas pelo temporal, deixaram pasmos os amigos, pelo vigor e poder da música despreendida?

Você pode contar com Deus para tornar o "depois" mil vezes mais rico
que o "antes", se conhecida na dificuldade a verdadeira vitória.
"Toda correção... não parece ser de gozo... mas depois ..."
Que colheita!

Estraído do livro Manaciais no Deserto - Lettie Cowman

A vida é como um piano.
Teclas brancas representam a felicidade e, as pretas as angústias.
Com o passar do tempo você percebe que as teclas pretas também fazem música.

Doces beijos...

O temor de Deus é o princípio da Sabedoria...

"Que Deus nos dê forças para mudar as coisas que podem ser mudadas; serenidade para aceitar as coisas que não podem mudar e sabedoria para perceber a diferença. Mas Deus nos dê, sobretudo coragem, para não desistir daquilo que pensamos estar certo..."
Nimitz, 1986

Você é meu visitante numero??

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